THIS PLACE TRIES TO SHOW US THAT LEARNING MORE IS POSSIBLE!

Gincana Literária 2013 6º C

Depois de muito trabalho em grupo, chegou a hora das apresentações.

Ninguém segura esses garotos!

Parabéns, gente BOA!!!

E a galera não para não!!!

Novos trabalhos, trabalho em grupos, apresentações e postagens!

Ufa! Essa turma é demais!!!

A noite do terror

Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga quando presenciou uma cena terrível ela viu o ……….. e ele estava matando uma pessoa.

Assustada ela saiu correndo, mas era tarde demais ele a tinha visto e não a deixaria escapar .

Pelas ruas de seu bairro tudo que as pessoas viam era uma menina correndo em volta de uma praça e atrás dela ele o ………………

A menina teve uma ideia: pegar uma pedra no chão e jogou na cabeça dele.

Ela conseguiu pegar a pedra. Quando acertou a cabeça dele, ele caiu e ela conseguiu pedir ajuda.

A polícia o prendeu e ele  nunca mais foi visto por ninguém.

Ingrid, Mariana,

Rafaela e o gatinho da balada

Rafaela estava indo para a balada com a sua amiga, quando presenciou uma cena terrível, viu no espelho de um carro, que estava sem maquiagem e ficou chocada por ter esquecido de passar a maquiagem caríssima da Make be.

Ela deveria se  arrumar pra ficar linda para o gato da balada. Porém, percebeu que já era quatro e meia da tarde e como era matiné acabaria as seis da tarde. Rafaela ficou desesperada, pois não daria tempo de voltar em casa e se voltasse perderia seu gatinho.

Ficou mais desesperada quando percebeu que não tinha levado sua necessaire.                                                          Então saiu correndo em volta de uma praça sem saber o que fazer, sua amiga  a segurou e falou para a Rafaela ir assim mesmo. Ela disse que não, que ele não iria gostar dela assim, então sua amiga diz:

– Amiga! Ele tem que gostar de você como você é. Então elas se abraçaram e foram para a festa.

Enfim, chegaram á festa todas molhadas, pois o busão estava lotado e elas tiveram de ir a pé. Pois, começou aquela chuva! Quando elas chegaram à festa, todos que estava ali começaram a olhar para Rafaela e sua amiga Alice.  Rafaela saiu correndo para uma praça que tinha ali perto.

O tal “menino bonito” saiu correndo atrás dela e quando viu Rafaela chorando ficou desesperado e chegou por trás e sentou do lado de Rafaela e disse :

– Rafa, por que você está chorando? Rafaela se assustou e levantou assustada e se lembrou que estava sem Make be e era o gatinho da balada.

Rafaela saiu correndo novamente e se escondeu atrás de uma árvore.  Matheus, o gatinho da balada foi atrás de Rafaela e a segurou, ficou frente a frente com ela e percebeu que ela estava sem maquiagem!

Rafaela disse :

– Não me olhe sou feia!

– Claro que não você é linda !

Respondeu Matheus. Rafaela deu um sorriso e Matheus a beijou.

Maria Eduarda,

Terror na praça

 Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga. Quando era nove e meia da noite como combinado, ela já ia sair quando nem percebeu que deixou a TV ligada, e também nem percebeu que saia algo estranho da TV, quando viu a Samara!

Ela começou a correr , ao chegar na praça viu sua melhor amiga  e gritou:

– Sai dai amiga que a Samara está vindo!

Elas corriam e todos viam. De repente apareceu um padre e começou a exorciza-la. Aí ela voltou para a TV e elas voltaram a fazer seu passeio normalmente.

Joanna, Igor, João, Daniela

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Gincana literária 2013 6º A

Essa moçada trabalha com muita responsabilidade!

Que surpresa BOA!

Parabéns, galerinha!!!

A primeira etapa do trabalho foi sentar-se em grupos e ler, observar e aprender o que são gincanas.

Depois de feita essa análise, o próximo passo foi apresentar para a turma o que acharam mais importante sobre o assunto.

Já na segunda etapa, cada equipe teve que continuar o enredo do parágrafo que se segue:

Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga quando presenciou uma cena terrível. Assustada, ela saiu correndo. Mas era tarde demais. Alguém a tinha visto e não a deixaria escapar. Pelas ruas de seu bairro, tudo o que as outras pessoas viam era uma menina correndo em volta de uma praça. Atrás dela estava ele…

Com muita criatividade todos conseguiram!

Rafaela e sua amiga

Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga quando presenciou uma cena terrível. Assustada, ela saiu correndo. Mas era tarde de mais. Alguém a tinha visto e não a deixaria escapar. Pelas ruas de seu bairro, tudo o que as outras pessoas viam era uma menina correndo em volta de uma praça. Atrás dela estava ele o bandido mais perigoso da cidade. Ele conseguiu pegar a menina pelo pescoço e uma pessoa viu e chamou a policia. A polícia demorou.

O bandido levou Rafaela para um bosque, e neste bosque ele jogou Rafaela em um rio, mas ele não sabia que ela sabia nadar.

Então ela saiu e correu até chegar a uma lanchonete e pediu ajuda para um casal que estava lanchando lá, como ela estava toda suja e molhada o casal resolveu levar ela até a casa dela.

O Xerife mandou todos os policiais procurarem o bandido, e então eles o acharam. Rafaela ficou muito feliz.

Luana,

O primeiro encontro

Era um belo dia de sol, uma menina que se chama Rafaela, ia ao seu primeiro encontro que sua melhor amiga, Amanda, havia marcado.

Mas tinha um problema, ela não podia sair de casa, então sua amiga teve uma ideia. Resolveu falar para ela sair de casa sem avisar. Rafaela aceitou a proposta, mas estava com pressentimento ruim.

Então chegou a hora do encontro, Rafaela, ainda estava com pressentimento ruim e mesmo assim ela foi para seu encontro com sua amiga Amanda e se divertiu bastante.

Chegou a hora de ir embora, se despediu da sua amiga.     No caminho de casa, viu um homem a seguindo. Aí ela assustada saiu correndo e o homem saiu correndo atrás dela, mas o homem a alcançou e a pegou para estuprá-la.

Amanda havia seguido Rafaela  o tempo todo porque ela estava bêbada. Por isso ela viu o homem com Rafaela e ligou para a polícia fazendo uma queixa. Logo depois chegou a polícia e prendeu o homem e Rafaela voltou para casa sem saber o que tinha acontecido.

Em casa, Rafaela ficou de castigo, e os pais agradeceram a  Amanda por ter cuidado de Rafaela.

Jonny,

Rafaela e o bandido

Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga, quando presenciou uma cena terrível. Assustada saiu correndo. Mas era tarde demais. Alguém a tinha visto e não a deixaria escapar  pelas ruas do seu bairro tudo o que as outras pessoas viam era uma menina correndo em volta de uma praça. Atrás dela estava ele, o bandido mais perigoso da cidade, o Ilinaldo Borges.

A cena terrível que ela viu foi Ilinaldo roubando a melhor amiga dela.

A Rafaela correu, correu até que chegou a uma delegacia, e o que ela fez foi falar  para o delegado que o bandido estava roubando a melhor amiga dela, e depois havia corrido  atrás dela.

E o delegado prendeu o bandido.

O bandido ficou 30 anos preso e morreu na prisão.

Gabriel,

Rafaela e a noite inesquecível

Rafaela ia para um encontro com sua melhor amiga quando presenciou uma cena terrível. Assustada, ela saiu correndo. Mas era tarde demais. Alguém a tinha visto e não deixaria escapar.

Pelas ruas de seu bairro, tudo o que as outras pessoas viam era uma menina correndo em volta de uma praça. Atrás dela estava ele.

Um homem que não morava naquele lugar, ele morava em um lugar bem distante dali. Eles continuaram correndo em volta das ruas do bairro, quando de repente o homem tropeçou em uma pedra, a menina continuou correndo.

Depois a menina lembrou que tinha um amigo que tinha um pai que era policial.

Mas o homem levantou e continuou correndo atrás dela, ele chegou perto e a agarrou, mas a menina o mordeu e ela continuou correndo.

Ela chegou na casa do amigo dela e chamou o pai dele, que prendeu o homem que era um estuprador. E até hoje ela lembra daquela noite.

Gustavo, Nallanda, Marlo, Rebeca

Próxima etapa, produção de texto:

Criar novos desfechos para contos. Estamos na expectativa, galera!!!

Desfecho do conto, A chave perdida.

Ela voltou a ser adolescente. Camila não podia perder essa oportunidade de ser feliz. Ela se juntou com a turma que a desprezava. Mas Camila não se esqueceu dos estudos. E  nunca vai esquecer o susto que havia levado.

Luana, Marcas, Karen, Eduarda, Caique 

Desfecho do conto, Ruídos no sótão.

Foi assim que o Joanito descobriu que os reunidos eram fantasmas presos no sótão. Assustado Joanito saiu correndo para seu quarto e se escondeu embaixo de seus cobertores. No dia seguinte, Joanito falou para seus amigos que havia fantasmas no sótão, mas seus amigos não acreditaram nele. Triste, Joanito começou a chorar porque nenhum de seus amigos acreditou nele.

Carolina, Lucas, João Gabriel, Raquel, Beatriz

Desfecho do conto, A dança.

Deitou-se. Já não via mais o mundo. Via a si mesma, ali. Quieta, como estava a princípio em pé sem fazer nada. Nada mudou. A noite era a mesma quieta e silenciosa, fria e  com nuvens.

Jonny, Bruno, Thiago, Diego.

Desfecho do conto, Ruídos no sótão.

 

Que o garoto miúdo viu um fantasma  solta no alçapão, e o menino desceu correndo as escadas, e começou a gritar, mas não tinha ninguém no orfanato. Ele correu para a rua gritando por socorro. Chamaram caçadores de fantasmas e tudo acabou bem.

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Gincana Literária 2013 – 6º B

As trapalhadas de Rafaela

 

  Um dia Rafaela ia encontrar sua amiga para ir ao cinema.

Quando chegou ao lugar tudo estava completamente escuro e não tinha ninguém por lá.

Mas daí voltou a luz e de repente apareceu uma sombra misteriosa no cinema.

A Rafaela correu e a sombra a perseguiu pelo seu bairro até sua casa.

A menina ficou muito apavorada e correu pela sua casa, mas a sombra a cercou e quando a sombra chegou perto era só a sua amiga. Quando a Rafaela a reconheceu ficou tão aliviada e também ficou com muita vergonha pelo seu mal entendido e ela disse:

– Ai meu deus como eu sou tão atrapalhada! Me desculpa amiga.

Bianca, Francisco, Gisele, Robert, Amanda.

RAFAEL E A CENA DE MEDO

Rafael ia para um encontro com seu melhor amigo quando presenciou uma cena terrível. Assustado, ele saiu correndo. Mas era tarde demais. Alguém o tinha visto e não o deixaria escapar. Pelas ruas de seu bairro, tudo o que as outras pessoas viam era um menino correndo em volta de uma praça. Atrás dele estavam eles dois ladrões.

Um roubando o Rafael e o outro roubando o amigo dele. Os ladrões conseguiram fugir com o dinheiro e os relógios. Na mesma hora Rafael ligou para a polícia depois de alguns minutos a polícia chegou e tentou desvendar o caso, mas a polícia não conseguiu.

Então a polícia colocou um  detetive para  desvendar o caso e  depois de algumas horas o detetive conseguiu encontra-los. Eles estavam justamente na casa de Rafael com todo o dinheiro dele e de seu amigo.

Petrick, Cleiton, David,

Uma noite terrível

 Em uma noite chuvosa de lua cheia, Rafaela se arrumava para se encontrar com sua amiga. Quando presenciou uma cena terrível.

A menina assustada, corria, gritava e esperneava pelas ruas do seu bairro. E as pessoas olhavam para ela impressionadas.

Pois atrás dela estava um enxame de abelhas.

Logo os moradores foram ajudar Rafaela, que foi encontrar sua amiga sem nenhum arranhão.

Grupo Amarelo:

 Martha. n-26

Victoria.n-35

Kailane.n-36 

Danilo.n-09

Matheus. n-28

 Nova etapa da gincana:

Produzir novos desfechos para alguns contos. As equipes azul  amarela estão na liderança em enviar os textos!!!

Parabéns, equipes azul e amarela!!!

Desfecho do conto, Chave Mágica.

 Camila era linda, mas estava horrível: seus olhos estavam enormes, seu nariz se transformou no de um porco, ela estava com orelhas de duende, seu cabelo de palhaço.

  Camila teve um troço e desmaiou, quando de repente ela voltou para a escavação no Egito.

Ela voltou para o lago, e fez outro pedido:

– Eu quero voltar a ser o que era.

Camila acordou assustada levantou e foi direto se ver no espelho e viu que estava como era, linda.

Então percebeu que ela era linda.

   Grupo Amarelo:

 Martha. n-26

Victoria.n-35

Kailane.n-36 

Danilo.n-09

Matheus. n-28

Desfecho do conto, Ruídos no sótão

Foi assim que ele entrou e  se  deparou  com  o motivo dos  ruídos  e   tomou   um  susto! Era    um  rato    com um   pedaço   de queijo. Ele   acabou   matando  o   rato. Mas Joanito descobriu que não  era    o rato     que  estava  fazendo os   ruídos    e então continuou   procurando a causa dos   ruídos. Depois de muito procurar ele  percebeu   que    não   era  no   sótão   mas  do lado de fora do orfanato.

Etapa seguinte:

Observar uma imagem e produzir uma letra de música. Eis a imagem e abaixo as produções da garotada e sua performance!!!

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♫ ♪ O casal ♪ ♫
Num belo dia no parque um,
um casal bem felizes,
abraçados
Olhando para um lago,
em volta deles tinham varias arvores
De vários jeitos,
de vários tipos,
de vários tamanhos,
de vários anos.
♪♫ (RAP)♫♪

Equipe : laranja
Nomes: Petrick , David , Leonardo , Marcus e Cleytom .

Um casal

Um dia um casal de jovens estava passeando.

Quando eles se  apaixonaram

Estavam caminhando

Eles se gostavam,

Se amavam,

Mas o jovem morreu.

E a jovem se entristeceu.

Pois não tinha

Mais motivos pra viver.

Equipe vermelha: Mikaelle, Thaisla, Israel, Anderson e Gabriela Katerine.

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GINCANA LITERÁRIA 2013 – 6º D

Preparando as apresentações:

6d

Daiane, Paloma, Natan, Elissamara, Mathes B.

lohana

Gustavo, Mariane , Lohanna, Victor Hugo, Debóra

raquel

Raquel , Igor , Daniel , Nicoly , Murilo

renner

Renner, Frabrício, Gustavo L., Gustavo H., Matheus M.

tamily

Thamily, Bruno, Janaína, Maykol, Ronie

Agora é para valer!!!

Foto: Sexta 25/10/2013

Rafaela e Ana, amigas do Karatê

Rafaela ia para um encontro com a sua melhor amiga quando presenciou uma cena terrível. Assustada, ela saiu correndo. Mas era tarde de mais. Alguém a tinha vista e não a deixaria escapar. Pelas ruas de seu bairro, tudo que as correndo em volta de uma praça. Atrás dela, estava ele… o pior bandido de todos! E agora oque ela pode fazer? Finalmente ela encontrou a sua casa e entrou, mas oque será que vai acontecer? Será que ele voltará a correr atrás dela? Rafaela telefonou para sua amiga e lhe contou tudo oque aconteceu: -Isso mesmo, ele me perseguiu em volta da praça, e o pior é que ele sabe onde eu moro! Disse Rafael a Ana. -Mas Rafa oque você pode fazer? -Eu já sei! Vamos entrar na Aula de Karatê! -Nós? Só você vai. Eu não preciso, ele nem me viu. Eu nem tava lá. -Mas você é minha Best Friend Forever! Você PRECISA ir comigo! -Tá bom. Tchau beijos! Depois de ter terminado a conversa, Rafaela e Ana se inscrevem na Aula de Karatê e já estão prontas para o primeiro dia de treino. Nos primeiros meses, Rafaela ia para o treino de carro com Ana, até elas aprenderem a lutar. Certa noite, Rafaela ia para casa sozinha quando foi surpreendida pelo BANDIDO! E agora o que Rafaela poderia fazer? Nesse momento Ana que voltava do supermercado viu a cena e deu um soco nas costas do bandido e ele caiu no chão. Depois de os policiais terem levado o BANDIDO para a cadeia, Rafaela e Ana foram para casa e finalmente puderem dormir em paz.

Thamily, Janaina, Bruno, Maykol e Ronie

 (Equipe VERMELHA)

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RAFAELA A ESQUECIDA

Rafaela estava indo a um encontro com o seu melhor amigo, ela tinha combinado que ia mostrar-lhe seu pássaro. Quando estava conversando olhou para o lado e viu um casal de passarinhos bem românticos. Um papagaio e uma periquita. Então Rafaela falou: – Ah! Tinha me esquecido. Aqui está minha periquita dentro do cesto. Mostrando sua periquita ela olhou pro lado e a periquita que estava com o papagaio se soltou e foi atropelada. Quando o papagaio notou a periquita de Rafaela saiu correndo atrás dela. Rafaela se assustou e saiu correndo, quando foi ver já estava na sua rua e disse: – Xiiii! Esqueci do meu amigo.

Raquel, Murilo, Igor, Nicoly, Daniel

O desespero

                Rafaela ia a um encontro com sua amiga. Quando chegou lá viu uma cena terrível e assustadora, era seu pai conversando com sua professora de português, e na mão dele havia a pior coisa que se poderia imaginar, seu boletim cheio de notas vermelhas. Rafaela pensou em fugir, mas era tarde demais ele já a tinha visto e a única coisa que se podia ver era um homem correndo atrás de uma garota em volta da praça. Para o desespero de Rafaela ele conseguiu pegá-la.  Rafaela se desesperou e começou a falar: – P… Pai, eu posso explicar, isso aconteceu porque e… eu… Rafaela não pode continuar e desatou a chorar. No meio daquela confusão o pai de Rafaela disse: – Você está de castigo por dois meses sem TV, computador e telefone e nesses dois meses é melhor você tirar notas boas ou o castigo aumenta. Rafaela ficou triste e disse: – M… Mas pai… O pai de Rafaela muito desapontado e nervoso disse: – Nem mais nem menos e ponto. Rafaela ficou muito nervosa e saiu correndo. Quando estava subindo as escadas tropeçou e bateu a cabeça. Quando Rafaela acordou estava em uma cama de hospital e perguntou para seu pai: – Quanto tempo eu estou aqui? O pai de Rafaela respondeu muito aflito: – Dois meses e meio. Rafaela ficou muito alegre e disse: – Yes! Saí do castigo!

Equipe azul: Gustavo, Mariane , Lohanna, Victor Hugo, Debóra

O Crime

Rafaela estava se arrumando para um encontro na praça com sua melhor amiga Ana. Quando Rafaela chegou, sua amiga ainda não havia chegado, mas Rafaela ficou a procurando, até que desistiu. Quando estava voltando ela presenciou uma cena terrível. Assustada, ela saiu correndo, mas alguém a tinha visto. Rafaela corria perigo então ela se escondeu. Rafaela ficou escondida até anoitecer, até que saiu, foi procurar a polícia, quando se percebeu que se tratava de um assassinato. Ela deu o retrato falado e todos foram procurar o assassino. No dia seguinte soube-se que o assassino foi pego, Rafaela deu um suspiro de alívio, pois tudo tinha acabado bem.

Daiane, Paloma, Natan, Elissamara, Mathes B.

Rafael e a figura misteriosa

       Era uma noite de lua cheia quando Rafael foi convidado para ir num restaurante, com seus amigos que se chamava: Gabriel, Eduardo e Geovana. Enquanto eles caminhavam, eles viram uma praça. -Vamos descansar um pouco? Disse Geovana. A praça estava deserta e viram premunição! Gabriel correu disparado, Rafael ficava tremendo, eles viram uma mansão e ouviram uma voz dizendo: – Morram! Uma ventania muito forte os arrastou para dentro da mansão, a porta se trancou com eles lá dentro. Pegaram o celular e acenderam a luz, Rafael pegou a lanterna. Apareceu uma figura esquisita e os celulares apagaram. Eles correram para o quarto, Rafael foi por um quarto e os outros foram por outro! Eles ouviram passos, e Rafael foi puxado por uma mão.  E Rafael conseguiu sair vivo da mansão e os amigos dele também conseguiram sair. Finalmente acabaram queimando a mansão.

Renner, Frabrício, Gustavo L., Gustavo H., Matheus M.

Terceira etapa:

Desfecho dos contos!!!

Lúcia e o louco Lúcia o acompanhava com os olhos. Aquela figura estranha, grotesca, quase bruta era tudo o que ela tinha. Ficou ali, parada, encolhida sob as velhas caixas que lhe serviam de cama até então. O cheiro de podridão que impregnava aquele beco chegava causar náuseas. Havia algumas semanas que a chuva parara, mas ali, a água estagnada formava poças negras pelos cantos. A atmosfera era de umidade e doença. Um grande tambor de lixo estava revirado a poucos metros da pequena criança, deixando a mostra todo tipo de elementos em decomposição. Lúcia era uma menina doente. Na verdade, Lúcia estava morrendo. Ela tinha câncer, antes no cérebro, agora por toda a parte, motivo pelo qual fora abandonada ali. Vestígios de tratamento eram tão visíveis quanto os da enfermidade: grandes falhas no couro cabeludo contratavam com sua forma desnutrida e abatida. Feridas em seu pescoço pareciam cada dia mais profundas assim como se acentuava a palidez em suas faces. Os poucos fios de cabelo que restavam eram castanhos e os olhos, Emoldurados pelas pálpebras avermelhadas eram quase azuis, sendo que o esquerdo começava a apresentar uma coloração esbranquiçada talvez devido ao surgimento de uma catarata ou coisa que valha. Antes chorava baixinho, indefesa á dor, ao frio e a fome. Agora já não tinha forças nem pra se manter muito tempo acordada. Lúcia era o retrato vivo, real e chocante, prova sincera de que a crueldade humana não tinha limites, Nunca fora maltratada, nunca apanhara ou sofrera qualquer tipo de violência, se acontecera provavelmente ela era jovem demais para ter lembranças, Fora abandonada ali como se abandona um objeta estragado que não se quer mais. Um dia já fora saudável, um dia já rira e brincara alegre como qualquer outra criaturinha de cinco anos. Um dia. Assim como um dia adoeceu. Foram idas a hospitais e noites insones, picadas em seu braço e dores no limite do suportável. E então, Lúcia adormeceu. Adormeceu por muito tempo e quando acordou sentia frio, muito frio e pôde ver ao longe dois pares de pernas se afastando depressa antes que ela pudesse pedir por algo. Desde então fora assim, na verdade desde o dia que ele a encontrou. Um homem robusto e estranho cujo rosto profundamente marcado por sinais e cicatrizes ocultava uma história misteriosa, que despertava curiosidade de uns e receio de outros. Nunca tivera uma casa, nunca tivera curiosidade de uns e receio de outros. Nunca tivera uma casa, nunca tivera família, nunca tivera nada. Não que alguém soubesse. De acordo com o resto do mundo ele simplesmente surgira e ali e ficara. Vagava geralmente durante a noite, pés descalços, cabelos e barba num emaranhado sem igual, na mão esquerda faltava o polegar. Usava o casaco marrom, surrado e tão imundo quanto o beco onde Lúcia estava. Muitas vezes a polícia já fora acionada em relação ao medo que ele inspirava ás pessoas, mas nunca dera indícios de qualquer comportamento violento. Nunca interagira com alguém, simplesmente vagava pelas ruas, ás vezes em silêncio outras vezes murmurando palavras em línguas inexistentes. Vivia da caridade que cruzava seu caminho e dos restos que acompanhavam o mundo. Já fazia alguns dias que Lúcia estava naquele beco quando ele a encontrou. Talvez pensasse que ela era uma espécie de boneca ou coisa que o valha. Talvez não pensasse nada. Era difícil acreditar que poderia haver alguma atitude humana daquele ser tão medonho. Dizer que Lúcia não se sentiu assustada ao ver aquela figura monstruosa aproximar-se dela seria mentir, porém seu estado fraco e adoecido, quase moribundo não lhe permitiu demonstrar qualquer reação. O louco cuidou dela. Ocupou-se em encontrar algo que pudesse a aquecer e depois passou a dividir com ela toda a comida que conseguia para si, de modo que isso foi o suficiente para alongar a sobrevida de Lúcia por um período de tempo maior. Nunca demonstrava qualquer sinal de entendimento do mundo ao seu redor: agia por instinto. Vez ou outra grunhia. Era aquela figura estranha que os olhos fundos e lacrimejantes de Lúcia acompanhavam. A pequena criança ali encolhida, corroída pelo demônio da enfermidade contrastava com a sombra macabra daquele homem, era uma fusão do sublime com o grotesco. Ambos representavam um “quase” ideal romântico, o que como ironia. Ela sabia que não sobreviveria aquela noite e de alguma forma ele também sabia. Pudera Lúcia ter forças suficientes para colocar-se de pé, andar até ele dar-lhe um abraço de gratificação, o abraço que ele tanto merecia e nunca ganharia. Pudera o louco ter lucidez suficiente para entender o quanto aquela criaturinha a sua frente precisa de auxílio. Pudera ambos ter uma oportunidade e meios de demonstrarem um ao outro o quanto estavam cativados. Ele empurrou mais para perto dela a parte do pão que ela não apanhou, a dor que começava a envolver o seu corpinho nesse momento foi tamanha que a fez gritar. Num momento de desespero, no torpor daquela sensação de agonia Lúcia estendeu ao louco suas mãos aproximou-se da menina que sofria de maneira inimaginável. Em outras circunstâncias ele se afastaria e lhe abandonaria com seus gritos e contorções para nunca mais procurar aquele beco ou qualquer outro, mas não podia suportar vê-la daquela maneira. Ele não entendia como ou porque, mas estava disposto a qualquer coisa para ajuda-la. Com grande hesitação ele se aproximou. Com cautela e uma delicadeza jamais vista, afagou-lhe os poucos cabelos e tocou-lhe o rostinho magro. Embalada pelo toque daquele homem, a agonia foi ficando menor, o ar foi se tornando mais denso e Lúcia adormeceu tranquila como jamais havia adormecido nos últimos dias de sua breve vida. Aos poucos suas dores foram se anulando, seu coração se aquietando e ela começou a se tornar parte daquele toque, daquele beco, daquelas sombras, daquele louco. Dias mais tarde, fez-se manchete de todos os jornais regionais,  o louco havia matado Lúcia. Foi porque não suportava ver a menina sofrer. E logo depois, se matou por não suportar a dor de assassinar alguém que antes ele resgatou.

Equipe VERMELHA 6°D Thamily, Bruno, Janaína, Ronie e Maykol

 

Desfecho do conto: Prisioneira do desejo

De repente aparece um bombeiro do nada na janela pega a menina e pulam na cama elástica e a salva. Então pergunta a ela: – Você está bem? Ela respondeu: – Não! Por que você me tirou de lá? – Porque eu queria te ajudar, filha! Ele respondeu. Ela então falou: – Eu não sou sua filha, seu chato. Vou é embora daqui. – Oxi! Só queria ajudar! Crianças! Hum!

Raquel, Murilo, 

Desfecho do conto: Ruídos no sótão

Foi assim, que o garoto achou uma câmara secreta, uma passagem que levava a uma sala no casarão, aonde os escravos que não obedeciam eram brutalmente mortos. Aquela cena era tão terrível que o menino ficou pálido de medo. Quando voltou avisou a todos o que tinha naquele lugar. Todos não acreditavam no que o menino dizia, afinal, o menino estava tão assustado que ninguém conseguia entender direito o que ele falava. Mas depois de um tempo ele explicou o que tinha acontecido e o que viu no sótão. Assustados todos deixaram o orfanato, e o casarão foi demolido para que ninguém mais pudesse voltar lá.

Dayane, Elissamara,

Desfecho do conto : CHAVE MÁGICA

Camila estava sendo afogada por isso ela estava muito vermelha. Então ela percebeu que não era um sonho. Dias depois Camila saiu com seu marido, para saber se seu desejo tinha realizado, se ela parecia comum. Então ela perguntou, se ela parecia uma garota comum, seu marido disse que sim, Camila ficou muito feliz, então ela não quis separar dele.

Rener,

A etapa seguinte consiste em criar letras de músicas a partir da observação da seguinte imagem:

img477

E a turma arregaçou as mangas e tudo pronto!!!

Uma linda tarde de verão (rap)

Uma linda tarde de verão (rap)

Andando pelo parque,
numa solidão,
jamais imaginei que encontraria
ali, o meu amor,
E num instante tudo aconteceu
Aquele seu olhar me estremeceu
chegou a disparar meu coração.
Ali estava eu,
extasiada, apaixonada,
assim estava eu.

O nosso olhar se encontrou,
foi como acordar de um sonho
que se realizou,
Naquela linda tarde de verão…

A natureza pareceu sorrir
E as flores perfumaram tudo
O lago parecia compreender
que o nosso coração se encontrou
Naquela linda tarde de verão…

È bom voltar ali para recordar…

Equipe: VERMELHA, Thamily, Janaina, Bruno, Maykol, Ronie

http://www.youtube.com/watch?v=5RWIrwjkOVY&feature=youtu.be
O desabrochar de uma flor
Parece que o tempo está parado
Só nos dois aqui
Dois bobos apaixonados.
Acho que não quero que isso acabe
Estou flutuando
Segura e você sabe.
Só quero que possamos continuar essa história
Que o abraço em frente ao lago
Seja o começo de uma vida de gloria.
E que esse lindo e raro amor
Seja repleto de alegria
Sendo o desabrochar de uma flor.
O desabrochar de uma flor
O desabrochar de uma flor
O desabrochar de uma flor.
Daiane, Matheus, Natan, Daiane, Paloma, Elissâmara.
EQUIPE
http://www.youtube.com/watch?v=3a3dtXbyT8Y&feature=youtu.be
EQUIPE
http://www.youtube.com/watch?v=5W0H_a9F3-0&feature=youtu.be
EQUIPE AZUL
http://www.youtube.com/watch?v=xwx1oYbWTZc&feature=youtu.be
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RODAS DE LEITURA 2013

Para ver todos os vídeos, siga o link abaixo:

http://www.youtube.com/channel/UCw3ai-Q_xw1Vm-S3phqIXhQ/videos

http://www.youtube.com/watch?v=IXfeKb-VyjQ

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Durante as rodas de leitura desse ano revisaremos as características dos contos e crônicas. Os elementos das narrativas. Conheceremos a biografia de alguns autores. Leremos algumas obras. E também tiraremos fotos e faremos os tradicionais vídeos.

Ufa!!! Quanto aprendizado!!!

Abaixo postarei os links para as biografias e os textos selecionados para leitura compartilhada. Como também a revisão sobre os gêneros crônica e conto e os elementos das narrativas.

Divirtam-se!!!

“RICK E A GIRAFA”

Rick se preocupava com a escada que precisava galgar para alcançar o mundo dos sonhos. Não precisava de escada. Ele já estava lá. No Jardim Zoológico, neste domingo azul, a girafa olha do alto para as crianças, e parece convidá-las a um passeio no dorso. Há uma escada perto, e se for encostada ao animal, Ricardo (Rick é o seu apelido) poderá chegar até lá. O garoto mede a distância que vai do chão ao lombo, e julga-se em condições de vencê-la. Uma vez lá em cima, cavalgando o pescoço, e segurando-lhe os chifres, pedirá à girafa, depois de umas voltas pelo Jardim, que o leve por aí, percorrendo o mundo. Presa há tanto tempo, a girafa há de estar ansiosa de liberdade. Não será difícil transpor a cerca. Ela espera que Rick lhe proponha a aventura. Ninguém se atreveria a travar-lhe os passos. E Rick vai dirigi-la nos rumos que aprendeu no atlas escolar. O problema é descer de vez em quando, para Rick alimentar-se de biscoitos, fazer necessidades e dormir. Camarada, a girafa irá se deitando aos poucos, primeiro dobrando devagar as pernas, depois se inclinando lentamente para o lado, e afinal arriando com suavidade a carga infantil. Mas para subir outra vez, como se arranjaria ele? Escada não haverá. Mesmo deitada, a girafa é difícil de subir. A imaginação não lhe fornece recurso plausível. O sonho frustou-se. Rick levanta o braço direito e, com a mão espalmada em gesto de adeus à girafa que gentilmente o convidara, esclarece: — Muito obrigado! Fica para outra ocasião, quando eu crescer.

Carlos Drummond de Andrade. Editora: Ática | Série/Coleção: Para Gostar de Ler Júnior 3

Infância

Carlos Drummond de Andrade

 

Meu pai montava a cavalo, ia para o campo. Minha mãe ficava sentada cosendo. Meu irmão pequeno dormia. Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé, comprida história que não acaba mais.

No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu chamava para o café. Café preto que nem a preta velha café gostoso café bom.

Minha mãe ficava sentada cosendo olhando para mim: – Psiu… Não acorde o menino. Para o berço onde pousou um mosquito. E dava um suspiro… que fundo!

Lá longe meu pai campeava no mato sem fim da fazenda.

E eu não sabia que minha história era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Andrade, Carlos Drummond de. Antologia Poética. Rio de Janeiro: Record, 2010.

GRAVATA COM G

O que o Gilson me pediu que trouxesse de Nova York era realmente uma coisa à toa: uma gravata. Só que não se tratava de uma gravata qualquer: era um modelo com uma letrinha bordada. No caso um G, é lógico. Tinha visto um anúncio na revista Playboy, e como eu caí na asneira de contar para ele que ia a Nova York, me passou o recorte: podia ser de qualquer cor, contando que tivesse a inicial dele. Era um voo especial, íamos ficar só de sábado a terça-feira. Sábado não deu tempo de pensar em gravata nem em coisa nenhuma, chegamos muito cansados. No domingo, passeando pelo centro da cidade, bem que eu vi a tal gravata em mais de uma vitrine, aqui e ali, em diversas cores, e com letras, o alfabeto inteiro, era coisa barata, apenas um dólar. Só que domingo o comércio estava fechado. Na segunda-feira houve um almoço que se prolongou pela tarde inteira. Depois um coquetel que entrou pela noite. Quando dei por mim já era terça de manhã, eu numa ressaca dos diabos, hora do embarque, o ônibus à espera na porta do hotel para nos levar ao aeroporto. Só então me lembrei: a gravata. O ônibus não podia esperar. Eu disse para o pessoal: vocês vão indo que eu vou de táxi. E saí à procura de uma loja ali por perto do próprio hotel, onde tinha visto a gravata. Não encontrei. Estiquei a caminhada pela rua abaixo, um, dois, três quarteirões, e nada. Voltei ao hotel, meio aflito, apanhei a mala, tomei um táxi, mandei que tocasse para a Broadway. Ali, não tinha dúvida, vira o raio da gravata em várias lojas. A cada uma que passava eu dizia ao motorista que parasse e olhava da janela mesmo: havia tudo quanto era tipo de gravata nas vitrines, menos a que eu procurava. A certa altura tive a impressão de que naquela loja havia uma, resolvi conferir. O motorista se recusou a esperar, era proibido estacionar ali. Prometi pagar a corrida em dobro, e saltei correndo. Não fosse eu perder o avião por causa daquela maldita gravata. Encontrei. Logo na entrada da loja, e com várias letras, inclusive G. De diversas cores, à minha escolha. Mas o vendedor me atendia com insuportável lentidão, eu não podia mais de ansiedade, estava em cima da hora. Quando vi que a menor nota que eu tinha era de dez dólares, para não esperar o troco agarrei dez gravatas de várias cores com a letra G e saí correndo com a sacola de papel. Na rua parei estatelado: o taxia havia sumido. Mais essa agora – com minha mala e tudo! Eu ia perder o avião. Fui andando desorientado até a esquina, minha esperança renasceu: lá estava ele, à minha espera na outra rua. Depressa, para o aeroporto! E respirei, aliviado: o Gilson ia ter gravata com letra G para usar o resto da vida. Quando cheguei ao aeroporto, foi o tempo de pagar o táxi (em dobro), e sair esbaforido com a mala sem pensar em carregador. Entrei no avião sob o olhar de censura de todos, já sentadinhos, de cinto colocado, prontos para levantar voo. – Pelo menos espero que você tenha encontrado a tal gravata – comentou o que estava a meu lado. – Encontrei – respondi, triunfante. Depois de me ajeitar na poltrona, procurei a sacola das gravatas para mostrá-las.  Haviam ficado no táxi.

SABINO, Fernando. Cara ou coroa?– antologia. Editora Ática, São Paulo, 2001.

Um Pé de Milho

Rubem Braga

Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho. Aconteceu que, no meu quintal, em um monte de terra trazida pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro da casa. Secaram as pequenas folhas; pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo, veio um amigo e declarou desdenhosamente que aquilo era capim. Quando estava com dois palmos, veio um outro amigo e afirmou que era cana. Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança suas folhas além do muro e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na lógica de seu crescimento, tal como vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, de crinas ao vento e em outra madrugada, parecia um galo cantando. Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores lindas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que me fazem bem. É alguma coisa que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos.

BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2008.

Negócio de menino

                                          Rubem Braga

Tem dez anos, é filho de um amigo, e nos encontramos na praia: — Papai me disse que o senhor tem muito passarinho… — Só tenho três. — Tem coleira? — Tenho um coleirinha. — Virado? — Virado. — Muito velho? — Virado há um ano. — Canta? — Uma beleza. — Manso? — Canta no dedo. — O senhor vende? — Vendo. — Quanto? — Dez contos. Pausa. Depois volta: — Só tem coleira? — Tenho um melro e um curió. — É melro mesmo ou é vira? — É quase do tamanho de uma graúna. — Deixa coçar a cabeça? — Claro. Come na mão… — E o curió? — É muito bom curió. — Por quanto o senhor vende? — Dez contos. Pausa. — Deixa mais barato… — Para você, seis contos. — Com a gaiola? — Sem a gaiola. Pausa. — E o melro? — O melro eu não vendo. — Como se chama? — Brigitte. — Uai, é fêmea? — Não. Foi a empregada que botou nome. Quando ela fala com ele, ele se arrepia todo, fica todo despenteado, então ela diz que é Brigitte. Pausa. — O coleira o senhor também deixa por seis contos? — Deixo por oito contos. — Com a gaiola? — Sem a gaiola. Longa pausa. Hesitação. A irmãzinha o chama de dentro dágua. E, antes de sair correndo, propõe, sem me encarar: — O senhor não me dá um passarinho de presente, não?

BRAGA, Rubem. Os Melhores contos. São Paulo: Global, 1998.

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A CIDADE DOS RESMUNGOS – PRODUÇÃO TEXTUAL

Imagine como seria um outro local com pessoas de características semelhantes aos moradores da cidade dos resmungos. Esse local poderia ser uma casa, uma escola, uma sala de aula, uma empresa, um país, etc.
Crie um conto aplicando seus conhecimentos sobre o gênero textual conto, as características das narrativas, paragrafação, etc. Não se esqueça de começar criando um título para seu conto.

Lembre-se: seu conto deverá ajudar o leitor a refletir de maneira divertida sobre o hábito de resmungar desnecessariamente.

* Caso queira conhecer o início do trabalho é só seguir o link abaixo:

https://patriciasgueds.wordpress.com/2013/05/14/a-cidade-dos-resmungos/

Finalmente, consegui um tempinho para postar algumas produções! Logo aparecerão outras! Aguardem!

A FAMÍLIA DOS RESMUNGOS

 Era uma vez uma família em que todos resmungavam os irmãos das irmãs, as irmãs dos irmãos e os pais, dos filhos.

No verão reclamavam que estava muito quente, no inverno que estava muito frio. Um dia um dos filhos não aguentando, mais aquela inquietação falou:

– Porque estamos reclamando?

Um respondeu:

– Sei lá!

– Por que gostamos. Disse um outro. Mas o último disse que não tinham motivos para tamanha reclamação.

– Temos bichinhos de que gostamos, o amor dos nossos pais e uma ótima casa, não sei por que reclamamos!

Então resolveram fazer uma reunião de família e resolveram não reclamar mais, pois não tinham motivos. E desse dia em diante, nunca mais se ouviram resmungos nessa família.

Victoria, 6º Ano B

A casa dos resmungos

Era uma vez, um lugar chamado  casa dos resmungos onde só havia resmungões, resmungões e resmungões.

Ali, naquele lugar só tinha manhas, brigas, reclamações, discussões e mentiras.

As avós queixavam-se dos avôs, os avôs das mães, as mães dos filhos e assim por diante todos eles tinham problemas alguém tinha que ajudá-los.

Um dia uma mulher toda suja e faminta apareceu naquela casa e perguntou se tinha um quarto para alugar. A mãe disse que tinha. Então mostrou a ela o quarto. A moça falou que nunca tinha visto um lugar mais belo como aquele. A mãe se exibindo falou:

– Lógico! A minha casa é a mais bela de todas daqui da vila! Depois deixou a moça sozinha para ela tomar banho. Após o banho a moça se arrumou e foi jantar com os outros. E aí ela percebeu que ali só tinha inquietação e quando falavam começavam a brigar. Então pensou em como poderia ajudar aquelas pessoas. Daí ela falou:

– Venham aqui todos vocês! Percebi que nesta casa só tem tristeza, brigas, mentiras e muito mais! Deixem-me ajudar vocês.

A família falou que uma mulher que apareceu toda suja e morta de fome não podia ajudá-los. A moça respondeu que isso não importava. O importante era o que a pessoa tem na consciência.

– Eu estou mais limpa que vocês mesmo sendo suja e estando morta de fome! A família não quis nem saber e ainda a mandou ir embora dali. Quando ela foi embora eles já começaram a brigar e lembraram-se do que ela havia falado. Pararam de brigar e foram atrás dela, mas ela já tinha sumido procurando outras pessoas que precisavam de ajuda. Aquela família agora, sempre que quer brigar lembra-se da moça, e desiste de brigar.

 

Raquel, 6º Ano D

O Estado dos resmungos

 Era uma vez um estado, em que todos brigavam. Quando havia trânsito, todos saiam do carro e começavam a brigar e discutir. Quando as crianças se esbarravam, começavam a discutir. Por tudo brigavam, e sempre brigavam sem motivo nenhum.

           Até que um dia, chegou ao estado um professor formado em todas as matérias que existiam.

             Ele era muito inteligente, e também nunca tinha se metido em nenhuma briga. Quando havia trânsito ele trancava-se no carro e torcia para que nada o acontecesse.

              Em certa época, estava ocorrendo uma eleição para governador de estado, para acabar com todas as brigas e discussões, ele decidiu se candidatar. Ele conseguiu ganhar a eleição, e virou o governador do estado.

              Ele propôs uma proposta ao estado e a proposta era a seguinte:

              “Povo desse estado! Todos os moradores desse belo estado irão ganhar o valor de um salário mínimo de R$ 600,00 a cada  três meses, e as crianças ganharão brinquedos. Mas será necessário pensar antes começar a brigar.”

               E quando pensavam em brigar ou discutir, lembravam que não iriam ganhar o dinheiro, e as crianças lembravam que não iriam receber os brinquedos. E aquele estado viveu em paz.

                                                                                                                                     Murilo, 6° Ano D

A escola dos resmungos

 Era uma vez uma escola onde todos resmungavam de todos. Os diretores reclamavam dos professores, os professores dos alunos e os alunos dos colegas.

Um dia chegou à escola um professor humilde, que vendo toda aquela reclamação resolveu ajudar.

Reuniu todas as pessoas no pátio da escola, pegou sua lousa e seu giz mágico e começou a escrever palavras de bom sentido para que as pessoas pudessem perceber que estavam erradas.

Depois disse:

– Parem de reclamar, pois vocês tem tudo o que precisam e querem! Muitas pessoas na rua choram de fome e frio, mas mesmo assim não reclamam da vida.

Daí por diante, o povo daquela escola parou de reclamar o tempo todo, e sempre que alguém tinha o desejo de reclamar, lembrava-se do professor, seu giz mágico e da sua aula que os ensinou a não serem ingratos.

Thamily, 6º Ano D

A lanchonete dos resmungos

     Era uma vez a lanchonete nordestina conhecida como lanchonete dos resmungos onde todos resmungavam e resmungavam. Reclamavam que a batata frita estava quente. Reclamavam que o sorvete estava frio. Queixavam-se as garçonetes dos fregueses e os   fregueses dos chefes  de cozinha. Era  uma lanchonete onde não faltava reclamações.

Um dia chegou para almoçar um metereologista, ouviu as reclamações e falou:

– Óh, pessoas desta bela lanchonete! A geladeira está cheia de refrigerante, e a cozinha cheia de comidas! As garçonetes ganham bem e os clientes comem belos pratos! Porque tanta insatisfação? Venha e eu mostro-lhes como ser feliz.

As pessoas olharam para ele e começaram a falar dele assim:

– Como um homem de terno e paletó que trabalha o dia todo para ganhar seu dinheiro pode ensinar- nos a ser feliz? Enquanto falavam, ele tirou um livro de uma bolsa e alguma coisa quente e fria na cozinha e colocou na mesa e falou:

– Venham e falem suas reclamações! Um por vez que vou transformar todas em felicidade. Vou mostrar ensinamentos que Deus ensinou, e, além disso, ensinar coisas que meus professores e minha mãe me ensinaram.

Alguns foram embora e outros ficaram. Ele ensinou que não devemos reclamar de nada nem de comida nem de nossa vida. Não devemos ficar implicando com as pessoas, todos tem sua vida para cuidar e cada coisa tem sua temperatura. As pessoas são quentes porque o sangue é quente e o ventilador faz frio porque o vento é frio.

Assim nunca, mas se ouviu nenhum resmungo na lanchonete nordestina. E se alguém quisesse reclamar ou resmungar lembravam-se no meteorologista e seus ensinamentos, e se alguém começasse a resmungar o dia o chefe de cozinha colocava pra fora à base de panelada.

As irmãs resmungadeiras

Havia uma mulher muito sozinha, que resolveu adotar duas meninas, Natalia com dez anos e Bianca também. Eram irmãs gêmeas. Elas só ficavam resmungando e resmungando por tudo. Sua mãe teve uma ideia de adotar mais uma filha, de treze anos chamados Amanda, que tinha sido abandonada assim que nasceu. Quando sua mãe chegou a sua casa com a Amanda as meninas ficaram de boca aberta, por que não esperavam que sua mãe fosse adotar, mais uma filha.
Sua mãe Juliana disse que Amanda teria que dormir um dia com Natalia e outro dia com Bianca, até fazerem o seu próprio quarto.
As meninas não gostaram e, daí ficaram resmungando, ainda mais. Amanda era muito carinhosa e paciente com suas novas irmãs, sempre falando sobre o amor, que sua mãe adotiva tinha por elas e como Deus era maravilhoso, por ter dado uma nova família, pra elas. Então, com o tempo passaram a ver tudo ao seu redor com outros olhos e pararam de resmungar, e pediram perdão para sua mãe e viveram muito felizes e contentes.
Sua mãe, ficou tão alegre que deu uma festa. E reencontrou um amigo, se apaixonaram e se casaram. Finalmente, Juliana conseguiu realizar seu sonho de ter uma família feliz e nunca mais se sentiu sozinha.

Amanda, 6° B

O Prédio dos Resmungos

Olá meu nome é Vicente e eu moro em um prédio em que todos resmungam. Minha vizinha reclama que a música ao lado está muito alta, meu vizinho reclama que as crianças choramingam, que não pode ter um bichinho de estimação e eu reclamo porque meus vizinhos reclamam.

Um dia estava farto de escutar reclamações dos meus vizinhos então fui falar com o síndico do meu prédio falei que todos tinham um problema e ele tinha que tomar uma decisão e fazer alguma coisa ele me disse que não podia fazer nada, mas aí eu pensei que eu podia fazer alguma coisa. Pensei muito que não só eu, mas todos tinham uma reclamação pra fazer.

Aquela noite eu reuni todos os moradores do prédio para uma reunião para todos falarem os problemas que os faziam reclamar tanto. Então um a um vieram até mim e falaram seus problemas e eu marquei em uma folha de papel cada um deles. No dia seguinte li todos eles e percebi que aqueles problemas eram insignificantes e uma coisa que eles não sabiam era apreciar a amizade de seus vizinhos.

No final do dia combinei com o sindico do prédio pra fazer uma rifa para arrecadar dinheiro e ele me disse o seguinte:

– Tomara que essa ideia maluca de certo!

Então no dia depois da rifa fomos todos a um parque as crianças brincaram. Todos nós rimos bastante então no final do dia fomos para nossas casas.

No dia seguinte recomeçou todas as reclamações todos os problemas e todos os resmungos. Tomei uma decisão e reuni todos eles novamente e disse:

– Vocês não apenderam nada com esse passeio? O motivo dele era mostrar pra vocês o verdadeiro significado da amizade. Somos vizinhos e a única coisa que sabemos fazer é reclamar um dos outros. Nós convivemos juntos no mesmo prédio e temos que agir como uma sociedade, temos que trabalhar juntos e eu tenho certeza que nós podemos viver em união e ser felizes como amigos.

Então todos pararam de reclamar e sempre que alguém tem vontade de reclamar ou resmungar eles pensam no verdadeiro significado da amizade.

Gustavo, 6º Ano D

 

O Bairro dos resmungos

Era uma vez um bairro em que as pessoas só sabiam reclamar. As pessoas reclamavam que as casas do bairro eram grandes demais, e outras baixinhas demais e ainda outras apertadas demais.

Um dia chegou ao bairro um mágico, percebeu que as pessoas reclamavam de suas casas e falou:

– Que casas bonitas! Esse bairro é muito bonito!

Ele falou que ia trazer a felicidade para aquele bairro, mas as pessoas falaram que um mágico não poderia trazer felicidade a eles!

O mágico falou para eles escreverem seus problemas em um pedaço de papel e colocar dentro de sua cartola. Depois disse para cada um, procurar o menor problema que havia na cartola. Todas as pessoas do bairro escolheram “os menores” problemas, cada um pegara seu próprio problema. Depois o magico perguntou se aquele era realmente o menor problema, e eles disseram que sim.

Daquele dia em diante, não reclamavam mais, e sempre quando sentiam vontade de reclamar se lembravam do mágico e de sua cartola.

Natan 6ºD

CLASSE DOS RESMUNGOS

Era uma vez uma escola que tinha alunos obedientes. Apenas uma classe que não era obediente.

Nessa classe, os alunos resmungavam de tudo. Eles reclamavam das notas deles que eram péssimas, também reclamavam dos alunos que não emprestavam os materiais, eles bagunçavam! O que era pior era que por isso esses alunos não passeavam nos passeios da escola! Aí eles reclamavam que não podiam passear.

Um dia chegou um homem na classe mais bagunceira dessa escola. Então o homem  disse:

– Os alunos que querem melhorar seus defeitos escrevam num pedaço de papel o que querem melhorar e coloquem nesse cesto. Os alunos pensaram que esse homem podia ajuda-los. Embora a aparência dele não fosse muito boa. Ele tinha o olho vazado, camisa rasgada, buracos na calça e nos sapatos. Então os alunos escreveram, colocaram os papeis no cesto, e o homem disse:

– Nos vamos escolher o problema mais fácil de resolver!

Todos os alunos escolheram os seus próprios problemas, até que o cesto ficou vazio. Desde então aquela classe se tornou a classe mais educada daquela escola. Quando algum aluno resmungava lembravam-se do homem e também que o seu problema era muito fácil de resolver.

Rener, 6ºD

 

A sala dos resmungos

 Era uma vez uma sala muito resmungona. Todos os dias os alunos resmungavam sobre a greve, resmungavam dos professores, dos outros alunos e dos coordenadores. Um dia, um dos alunos falou pra todos os outros alunos que tinha uma ideia para acabar com o problema dos resmungos. Ele disse:

– Tenho uma bolsa, vocês vão colocar  cada motivo para resmungo dentro dela.  Após todos colocarem e o aluno disse:

– Vou colocar seus “resmungos” em três carteiras e cada um pegue seu resmungo. Colocaram? Agora retirem todos os menores motivos para se resmungar.

Todo aluno escolheu o seu resmungo. Desse dia em diante todos compreenderam que estudavam em uma boa escola, tinham bons professores, colegas de classe maravilhosos! E ninguém resmungou mais.

Janaína, 6º D 

O MUNDO RESMUNGÃO

Era uma vez um mundo que todos eram rabugentos. Eles reclamavam que tinha três sois e reclamavam que não tinha gelo no planeta, reclamavam de seus animais de estimação.  Até que um dia, chegou um astronauta da terra. E ele disse:

– Calma nós viemos em paz. E os ETS responderam:

– Nós quem? E então saiu um cachorro da nave, e todos os ETS que eram anões ficaram surpresos por ele ser manso. Então o astronauta disse:

– Se vocês pararem de reclamar eu lhes mostrarei como domar animais.

Então eles pararam de reclamar e viveram mais felizes do que nunca com seus animais de estimação!

ERICK, 6º D

 

O MAR DOS RESMUNGOS

Era uma vez um peixinho que vivia numa cidade que todos reclamavam até que um dia ele fez uma festa que tinha até bolo.

Nessa festa ele cantou uma musica falando para não brigarem, mas enquanto ele cantava um tubarão o engoliu. Porém, a morte dele não foi em vão todos pararam de brigar.

FABRÍCIO, 6º D

 

                                                              

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Rita Sapeca vai pescar, Gilson François

Olá, moçada dos sextos anos!

Esse livro é para vocês lerem pelo prazer de ler e porque o usaremos em sala, ok?

Bjs.

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GRAVATA COM G

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O que o Gilson me pediu que trouxesse de Nova York era realmente uma coisa à toa: uma gravata.

Só que não se tratava de uma gravata qualquer: era um modelo com uma letrinha bordada. No caso um G, é lógico. Tinha visto um anúncio na revista Playboy, e como eu caí na asneira de contar para ele que ia a Nova York, me passou o recorte: podia ser de qualquer cor, contando que tivesse a inicial dele. Era um voo especial, íamos ficar só de sábado a terça-feira.

Sábado não deu tempo de pensar em gravata nem em coisa nenhuma, chegamos muito cansados. No domingo, passeando pelo centro da cidade, bem que eu vi a tal gravata em mais de uma vitrine, aqui e ali, em diversas cores, e com letras, o alfabeto inteiro, era coisa barata, apenas um dólar. Só que domingo o comércio estava fechado.

Na segunda-feira houve um almoço que se prolongou pela tarde inteira. Depois um coquetel que entrou pela noite. Quando dei por mim já era terça de manhã, eu numa ressaca dos diabos, hora do embarque, o ônibus à espera na porta do hotel para nos levar ao aeroporto. Só então me lembrei: a gravata.

O ônibus não podia esperar. Eu disse para o pessoal: vocês vão indo que eu vou de táxi. E saí à procura de uma loja ali por perto do próprio hotel, onde tinha visto a gravata.

Não encontrei. Estiquei a caminhada pela rua abaixo, um, dois, três quarteirões, e nada. Voltei ao hotel, meio aflito, apanhei a mala, tomei um táxi, mandei que tocasse para a Broadway. Ali, não tinha dúvida, vira o raio da gravata em várias lojas.

A cada uma que passava eu dizia ao motorista que parasse e olhava da janela mesmo: havia tudo quanto era tipo de gravata nas vitrines, menos a que eu procurava.

A certa altura tive a impressão de que naquela loja havia uma, resolvi conferir. O motorista se recusou a esperar, era proibido estacionar ali. Prometi pagar a corrida em dobro, e saltei correndo. Não fosse eu perder o avião por causa daquela maldita gravata.

Encontrei. Logo na entrada da loja, e com várias letras, inclusive G. De diversas cores, à minha escolha. Mas o vendedor me atendia com insuportável lentidão, eu não podia mais de ansiedade, estava em cima da hora. Quando vi que a menor nota que eu tinha era de dez dólares, para não esperar o troco agarrei dez gravatas de várias cores com a letra G e saí correndo com a sacola de papel.

Na rua parei estatelado: o taxia havia sumido.

Mais essa agora – com minha mala e tudo! Eu ia perder o avião.

Fui andando desorientado até a esquina, minha esperança renasceu: lá estava ele, à minha espera na outra rua. Depressa, para o aeroporto! E respirei, aliviado: o Gilson ia ter gravata com letra G para usar o resto da vida.

Quando cheguei ao aeroporto, foi o tempo de pagar o táxi (em dobro), e sair esbaforido com a mala sem pensar em carregador. Entrei no avião sob o olhar de censura de todos, já sentadinhos, de cinto colocado, prontos para levantar voo.

– Pelo menos espero que você tenha encontrado a tal gravata – comentou o que estava a meu lado.

– Encontrei – respondi, triunfante.

Depois de me ajeitar na poltrona, procurei a sacola das gravatas para mostrá-las.  Haviam ficado no táxi.

SABINO, Fernando. Cara ou coroa?- antologia. Editora ática,São Paulo, 2001.

Amo essa crônica “Gravata com G”!!! Simplesmente fantástica. É claro que muitas outras de Fernando Sabino dispensam comentários. Boa leitura a todos.

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PROJETO SOBRE FLORES E MÃES

A ideia surgiu após assistir o curta “Ensaio”, com Andréia Beltrão.

http://portacurtas.org.br/filme/?name=ensaio

Foi solicitado aos alunos que pesquisassem as características de diversas flores e escolhessem aquela que mais combinasse com suas mães.
O vídeo é o resultado de algumas pesquisas.

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A cidade dos Resmungos

PARTE 1

Iremos ler um texto chamado A Cidade dos Resmungos.
O que é resmungar?
(Pronunciar confusamente, por entre dentes e com mau humor: resmungar invectivas. Falar baixo, geralmente com rabugice; rezingar: o velho foi-se embora resmungando.)

Que tipo de cidade seria assim definida?
Quem seriam os moradores dessa cidade?

Que tipo de problema eles enfrentariam para viver resmungando?
Quem poderia ajudar os moradores dessa cidade a parar de resmungar?
Será que existem lugares em que as pessoas resmungam de tudo? O que acham?
Vocês acham que as pessoas que resmungam de tudo são realmente felizes? Por quê?
Será que apenas resmungar resolve os nossos problemas ou causam outros? O que acham?

A Cidade dos Resmungos

Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No Verão, resmungavam que estava muito quente. No Inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
— Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado com tantos benefícios e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu mostrar-lhes-ei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do vendedor ambulante estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas, enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e esticou-a entre dois postes na praça da cidade.
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
— Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam os seus problemas num pedaço de papel e ponham-no dentro deste cesto. Trocarei os vossos problemas por felicidade!
A multidão aglomerou-se ao seu redor. Ninguém hesitou diante da oportunidade de se livrar dos problemas. Todos os homens, mulheres e crianças da vila rabiscaram a sua queixa num pedaço de papel e lançaram-no no cesto.
Observaram o vendedor que pegava em cada problema e o pendurava na corda. Quando terminou, havia problemas a tremularem em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Disse então:
— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Ao fim de algum tempo, a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que tinha colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, achando ser ele o menor de todos.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar constantemente. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou de reclamar, pensava no vendedor e na sua corda mágica.

William J. Bennett
O Livro das Virtudes II
Editora Nova Fronteira, 1996

PARTE 2

Atividades sobre o texto A Cidade dos Resmungos.

1. Vamos pensar sobre as características do gênero Conto.

• É uma narrativa linear e curta, tanto em extensão quanto no tempo em que se passa.
• A linguagem é simples e direta, não se utiliza de muitas figuras de linguagem ou de expressões com vários sentidos.
• Todas as ações se encaminham diretamente para o desfecho.
• Envolve poucas personagens, e as que existem se movimentam em torno de uma única ação.
• As ações se passam em um só espaço, constituem um só eixo temático e um só conflito.
• A habilidade com as palavras é muito importante, principalmente para se utilizar de alusões ou sugestões, frequentemente presentes nesse tipo de texto.

Alusão: menção, referência.
Eixo temático: assunto principal.
Linear: reto, sem rodeios.

2. Vamos pensar nas características das narrativas – tempo, espaço, foco narrativo, personagens, enredo (introdução, conflito, desenvolvimento, clímax, desfecho ou conclusão).
A. O tempo da narrativa é cronológico ou psicológico? Justifique sua resposta.

B. O espaço presente no texto é o mesmo cujo nome é citado no título do conto?

C. Que foco narrativo foi escolhido pelo autor para nos contar a história?

D. O conto traz um personagem principal e, embora não haja detalhes de como ele seja, podemos perceber algumas características dele de acordo com suas ações. Escreva abaixo quem era esse personagem e como você acha que ele era.

E. Retire do texto trechos que representem:
 Introdução:
 Conflito;
 Desenvolvimento:
 Clímax:
 Desfecho:

F. Os habitantes da Cidade dos Resmungos reclamavam muito. Retire do texto duas reclamações que eles costumavam fazer.

G. “As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz”. O que o narrador quis dizer com a expressão em destaque.

H. O vendedor afirmou que trocaria os problemas das pessoas por felicidade. Como ele fez para cumprir sua promessa?
3. Vamos pensar nas classes de palavras que foram usadas para criar um texto compreensível ao leitor.

A. Para dar nomes aos seres o autor precisou usar alguns substantivos. Retire do texto substantivos que foram usados para dar nomes
* Aos elementos da natureza:
* Aos cidadãos da Cidade dos Resmungos:
* Aos sentimentos dos moradores da cidade:

B. Para dar características, dar qualidades aos seres da Cidade dos Resmungos o autor utilizou-se de adjetivos. Retire do texto adjetivos que foram usados para dar características
* Para a Cidade dos Resmungos:
* Verão:

* Inverno:
* Ao vendedor:

* Campos:
* Pomares:

* Cordilheiras:
* Rios:

* Camisa do vendedor:
* Calça do vendedor:

* Sapatos do vendedor:

C. Para não repetir o nome “vendedor ambulante” pelo texto afora o autor utilizou-se de pronomes. Que pronomes foram utilizados por ele para se referir ao vendedor ambulante?

D. Quando o autor precisou falar sobre as ações dos personagens da história ele utilizou-se de verbos. Retire do texto alguns verbos que expressem ações
* Dos moradores da Cidade dos Resmungos:
* Do vendedor ambulante:

E. As palavras ou expressões – “Era uma vez…, Um dia…, Então…, Daí por diante…” – possuem a função de nos mostrar como se desenvolve a história. Que aspecto podemos perceber que o autor destaca ao utilizar-se dessas palavras e expressões?

F. Advérbios são palavras que modificam um verbo, um adjetivo ou um outro advérbio indicando as circunstâncias em que ocorre a ação verbal. Nas frases abaixo indique a circunstância expressas pelos advérbios em destaque.
“— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica…”
“E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou de reclamar…”
“Jamais vi um lugar abençoado com tantos benefícios…”

G. Conjunções são palavras invariáveis que servem para conectar orações estabelecendo entre elas uma relação de dependência. A conjunção destacada no trecho abaixo expressa que tipo de ideia em relação à primeira oração?
“As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas, enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e esticou-a entre dois postes na praça da cidade.”

H. Preposições são palavras que servem para ligar palavras ou orações e estabelecem relações de vários sentidos entre as palavras ou orações que ligam. (lugar, tempo, modo, causa, finalidade, origem, companhia, etc). As preposições destacadas no trecho abaixo estabelecem relação de lugar entre os termos.
“… ele puxou uma corda comprida do cesto e esticou-a entre dois postes na praça da cidade.”
Assinale os trechos abaixo em que a preposição indique relação de lugar
( ) “Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante…”
( ) “… o vendedor que pegava em cada problema e o pendurava na corda.”
( ) “Jamais vi um lugar abençoado com tantos benefícios…”
( ) “… pôs o cesto no chão e gritou…”
( ) “Todos os homens, mulheres e crianças da vila rabiscaram a sua queixa num pedaço de papel e lançaram-no no cesto.
( ) “Trocarei os vossos problemas por felicidade!” –

I. Artigo é a palavra variável que tem por finalidade individualizar uma coisa de maneira precisa, definida, ou de maneira imprecisa, indefinida.
Confira lendo os trechos abaixo. Na primeira oração temos uma situação indefinida. Na segunda temos uma situação definida.

“Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante carregando um enorme cesto às costas.”

“Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão…”

“Todos tinham um problema…”

“Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam os seus problemas num pedaço de papel e ponham-no dentro deste cesto.”

Sua vez! Diga se a situação está definida ou indefinida nas orações abaixo:

“Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante carregando um enorme cesto às costas.”

Observaram o vendedor que pegava em cada problema e o pendurava

PARTE 3
PRODUÇÃO TEXTUAL 1

Imagine como seria um outro local com pessoas de características semelhantes aos moradores da cidade dos resmungos. Esse local poderia ser uma casa, uma escola, uma sala de aula, uma empresa, um país, etc.
Crie um conto aplicando seus conhecimentos sobre o gênero textual conto, as características das narrativas, paragrafação, etc. Não se esqueça de começar criando um título para seu conto.
Lembre-se: seu conto deverá ajudar o leitor a refletir de maneira divertida sobre o hábito de resmungar desnecessariamente.

PRODUÇÃO TEXTUAL 2

Imagine que a imagem abaixo contenha moradores da Cidade dos Resmungos. Escreva nos balões sobre o que estão resmungando.

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PARTE 4
ATIVIDADE AVALIATIVA

H 01 Identificar a finalidade de um texto, mobilizando conhecimentos prévios sobre o formato do gênero, tema ou assunto principal. (GI)
1. O texto tem por finalidade
a. informar um acontecimento nacional.
b. provocar reflexão e divertir o leitor.
c. convencer o leitor de um ponto de vista.
d. orientar o leitor ao tomar uma decisão.
H 5 Localizar itens de informação explicita, relativos à descrição de características de determinado objeto, lugar ou pessoa, em um texto. (GI)
2. No texto, quais características o autor atribui para a cidade dos Resmungos? (moradores)
a. campos e pomares produtivos, densas florestas e rios profundos.
b. campos e pomares secos, florestas desmatadas e rios poluídos.
c. campos e pomares inférteis, florestas e rios devastados.
d. campos e pomares secos e florestas e rios poluídos.
H 01 Identificar a finalidade de um texto, mobilizando conhecimentos prévios sobre o formato do gênero, tema ou assunto principal. (GI)
3. Quanto à finalidade, ao gênero e ao assunto, podemos afirmar que o texto é (2008 p. 128)
a. uma fábula.
b. um conto.
c. uma notícia de jornal.
d. uma carta pessoal.
H 34 Identificar o enunciador do discurso direto, em um segmento de narrativa literária. (GI)
4. Em “Ó cidadãos deste belo lugar!” a fala foi dita
a. pelos moradores da cidade.
b. pela multidão na praça.
c. pelo narrador personagem.
d. pelo vendedor ambulante.
H 31 identificar marcas do foco narrativo no enunciado de um texto literário. (GI)
5. Ao ler o texto, é possível notar que a história é contada por
a. um dos personagens que resmungava.
b. um narrador que é também personagem da história.
c. um narrador que não participa da história.
d. qualquer pessoa que trabalhe de vendedor ambulante.
H 28 Identificar marcas de lugar, de tempo ou de época num enunciado de narrativa literária. (GI)
6. A história contada se passa
a. na imaginação do vendedor ambulante.
b. na pracinha de uma cidade qualquer.
c. na feira da cidade.
d. na Cidade dos Resmungos.
H 27 identificar o segmento de uma narrativa literária em que o enunciador determina o desfecho do enredo. (GI)
7. Neste conto, fica claro que a história que se conta está chegando ao fim no momento em que
a. chega um vendedor ambulante na cidade.
b. o vendedor diz que lhes mostrará o caminho para a felicidade.
c. o povo percebe que seus problemas são insignificantes.
d. o povo escreve seus problemas em um pedaço de papel.
H 18 Estabelecer relações entre segmentos de texto, identificando substituições por formas pronominais de grupos nominais de referência. (GII)
8. Em “As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz.” – o pronome destacado “lhes” refere-se
a. ao vendedor ambulante.
b. às pessoas que moravam na Cidade dos Resmungos.
c. pelo narrador personagem.
d. à multidão na praça.
H 13 Estabelecer relações de causa/consequência entre informações explícitas distribuídas ao longo de um texto. (GII)
9. Segundo o texto, os moradores da Cidade dos Resmungos eram infelizes e insatisfeitas porque
a. o Verão era muito quente.
b. o Inverno era muito frio.
c. os vizinhos queixavam-se uns dos outro.
d. não reconheciam os aspectos positivos do lugar.
H 35 Organizar os episódios principais de uma narrativa literária em sequência lógica. (GII)
10. Assinale a alternativa que reproduz corretamente a sequência dos acontecimentos da narrativa.
a. os moradores selecionam seus próprios problemas/chega um vendedor ambulante/as pessoas escrevem seus problemas em pedaços de papel/os moradores viviam reclamando/o povo para de resmungar.
b. os moradores viviam reclamando/chega um vendedor ambulante/as pessoas escrevem seus problemas em pedaços de papel/as pessoas selecionam seus próprios problemas/o povo para de resmungar.
c. chega um vendedor ambulante/ os moradores viviam reclamando/as pessoas escrevem seus problemas em pedaços de papel/as pessoas selecionam seus próprios problemas/o povo para de resmungar.
d. os moradores selecionam seus próprios problemas/ o povo para de resmungar/chega um vendedor ambulante/as pessoas escrevem seus problemas em pedaços de papel/os moradores viviam reclamando.
H 15 Estabelecer relações entre segmentos de um texto, identificando o antecedente de um pronome relativo ou o referente comum de uma cadeia de substituições lexicais. (GII)
11. Em – “Todos os homens, mulheres e crianças da vila rabiscaram a sua queixa num pedaço de papel e lançaram-no no cesto.” – o pronome “no” em destaque, substitui a palavra/expressão
a. o pedaço de papel.
b. ao cesto.
c. ao problema.
d. ao vendedor ambulante.
H 13 Inferir tema ou assunto principal de um texto, com base em informações contidas em título, subtítulo ou o corpo do texto. (GIII)
12. A ideia central do texto é
a. Não devemos estar satisfeitos com o que temos e nem perceber os aspectos positivos ao nosso redor.
b. Devemos sempre querer algo melhor do que temos ao nosso redor.
c. Devemos nos contentar com o que temos e perceber os aspectos positivos ao nosso redor.
d. Sempre devemos estar insatisfeitos com o que temos aos nosso redor.
H 37 Inferir o papel desempenhado pelas personagens em uma narrativa literária. (GIII)
13. O “vendedor ambulante” tem um papel muito importante na vida dos personagens da Cidade dos Resmungos, pois é ele quem
a. mostrou a eles que tinham muitos problemas.
b. os ajuda a perceber que deviam ser felizes e estar satisfeitos como o que possuíam.
c. os ajudou a perceber que tinham muitos problemas.
d. mostrou o quanto eles estavam insatisfeitos e infelizes.
H 27 Inferir o conflito gerador de uma narrativa literária, avaliando as relações de causa e efeito que se estabelecem entre segmentos do texto. (GIII)
14. Nesse texto, em que momento o conflito se instala?
a. quando o povo começa a resmungar de tudo.
b. quando o povo escreve seus problemas num pedaço de papel.
c. quando o vendedor ambulante chega na cidade.
d. quando o vendedor coloca os pedaços de papel na corda.
H 45 inferir o papel desempenhado pelas personagens em uma narrativa literária. (GIII)
15. De acordo com o primeiro parágrafo, são características marcantes dos moradores da Cidade dos Resmungos
a. resmungar de tudo, insatisfação com tudo, infelicidade.
b. resmungar de tudo, chorar por tudo, muita felicidade.
c. resmungar de tudo, satisfação, felicidade.
d. resmungar de tudo, insatisfação, felicidade.

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